Resumo
No seguinte artigo, examinou-se a influência das estratégias lúdicas na participação estudantil em Educação Física no Ensino Fundamental II, com base em evidências científicas recentes (2024–2026) e em um modelo quantitativo replicável baseado em dados simulados. Foram revisadas pesquisas sobre gamificação, aprendizagem baseada em jogos, jogos tradicionais e jogos cooperativos em contextos escolares, incluindo experiências orientadas à inclusão de estudantes com necessidades educacionais específicas, como transtorno do espectro autista e deficiência auditiva. A literatura analisada reportou aumentos em variáveis associadas ao prazer, à motivação intrínseca, ao engajamento motor e à convivência escolar, além de apontar limitações relacionadas à formação docente, ao planejamento pedagógico e às lacunas tecnológicas em alguns contextos educativos. Metodologicamente, estruturou-se um delineamento quase experimental com uma amostra simulada de 100 estudantes distribuídos em dois grupos equivalentes de 50 participantes (controle e intervenção), com medições pré-teste e pós-teste de prazer, engajamento motor e um índice global de participação. Os resultados simulados evidenciaram melhorias no grupo que participou da intervenção lúdica, especialmente em prazer e engajamento motor. Conclui-se que as estratégias lúdicas podem favorecer a participação estudantil em Educação Física quando planejadas com intencionalidade pedagógica e abordagem participativa.
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