Habitus e conflito em Hegel
Dossier | Legal, Economic, and Political in Hegel's Philosophy of Right
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Palavras-chave

Natureza; Espírito; Mecanismo; Auto-sentimento; Habitar Naturaleza; Espíritu; Mecanismo; Autosentimiento; Sí mismo (Selbst); Habitar Nature; Spirit; Mechanism; Self-feeling; Itself (Selbst); Habit

Como Citar

Duque, F. (2022). Habitus e conflito em Hegel. Resistances. Journal of the Philosophy of History, 2(4), e21074. https://doi.org/10.46652/resistances.v2i4.74

Resumo

Nada é mais comum do que o hábito. E ainda assim, se seguíssemos Aristóteles, não haveria virtudes entre nós, ou seja, as aptidões e habilidades que em última instância moldam a existência humana. Este ensaio examina o desenvolvimento dialético do hábito em Hegel, da Antropologia à Ética (Filosofia do Direito): no nível individual, do estado fetal e do desarranjo na alma senciente à auto-sentiência e ao nascimento do Ego; no nível coletivo, ele está mais preocupado com a gênese do hábito e de seus pais: Empresas, instituições estatais e opinião pública, até chegarmos ao estranho estágio do hábito como a desabituação de todo hábito, no fenômeno da guerra. Destaca assim como o hábito é o modo crucial de estar entre a individualidade animal e o corpo sociopolítico como um aparelho mecânico que promete vida e ameaça a morte.       Traduzido com a versão gratuita do tradutor - www.DeepL.com/Translator Nada é mais comum do que o hábito. E ainda assim, se seguíssemos Aristóteles, não haveria virtudes entre nós, ou seja, as aptidões e habilidades que em última instância moldam a existência humana. Este ensaio examina o desenvolvimento dialético do hábito em Hegel, da Antropologia à Ética (Filosofia do Direito): no nível individual, do estado fetal e do desarranjo na alma senciente à auto-sentiência e ao nascimento do Ego; no nível coletivo, ele está mais preocupado com a gênese do hábito e de seus pais: Empresas, instituições estatais e opinião pública, até chegarmos ao estranho estágio do hábito como a desabituação de todo hábito, no fenômeno da guerra. Destaca assim como o hábito é o modo crucial de estar entre a individualidade animal e o corpo sociopolítico como um aparelho mecânico que promete vida e ameaça a morte.       Traduzido com a versão gratuita do tradutor - www.DeepL.com/Translator
https://doi.org/10.46652/resistances.v2i4.74
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