Resumo
Este artigo aborda a interseção entre ética, inteligência artificial (IA) e capitalismo digital. São feitas três suposições: primeiro, que a IA aumenta sua eficácia às custas de nossa privacidade e autonomia, fundamentais para a condição humana. Em segundo lugar, é fundamental entender a IA no contexto do capitalismo digital, onde ela se torna um produto ideológico e mercantilizado. Em terceiro lugar, enfatiza a necessidade de regulamentações globais e nacionais para proteger os direitos humanos diante dos riscos apresentados pela IA. Destaca-se que a digitalização transformou as relações sociais, criando um mundo em que a IA pode violar nossa dignidade. Além disso, criticamos a falta de regulamentação adequada, alertando que, sem uma estrutura ética, a IA poderia ser usada para manipular e monitorar as pessoas. Por fim, defendemos uma ética da IA que priorize a dignidade humana e incentive o uso responsável da tecnologia, reconhecendo seus benefícios, mas também os riscos que ela acarreta em um mundo cada vez mais digitalizado.
Referências
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